que eu quero sentiro
teu corpo pesando sobre o meu
me abraça devagar,
me beija e me faz esquecer...
Marisa Monte, bem que se quis,
E bem que se quis mesmo. E que ainda quisesse...
Sensções. Não sei o que me causam as sensações. Por isso não sei bem o que eu busco. Ou fico frustrada quando não me reponde aquilo que espero ouvir...
Por que ainda sinto um vazio? Constante, angustiante... ainda está aqui a me atormentar. A me dizer todos os dias o quanto sou insignificante. Que não importo muito na vida de quem eu mais quero. Que tudo o que faço é inútil. Sou inútil. Gestos em vão. Menssagens em vão. Afeto desperdiçado...
Perco a paciência. Lembro de quantas vezes já não vivi para o amanhã, pensando em receber agrados e afagos. Não se recebe. E o vazio se alimenta da coleção de frustrações e arrpendimentos. E ainda não sei o que estoou fazendo. Pra que lado estou andando ou com quem estou traçando meus projetos... não sei em quem devo confiar palavras, confiar gestos. Confiar emoções. Confiar. Duvido até mesmo de minha própria sombra. Mas dela não posso me desfazer... e dos demais? Dispenso aquilo que não mais se apresenta vistoso... que não mais me conforta. Por que não em confortas? Ainda encontro o sofá da sala e suas almofadas frias. Uma cama sem nada a me esperar. Tomo um chá quente e durmo com meus pensamentos. Espero que o dia amanheça e encontre braços quem me amparem. Braços, conforto e de um carinho, de uma segurança. Não me existe segurança. Um dia quero muito no outro já nem me importa... e de que adianta o simples afirmar de um amor se o gestos são uma contínua lacuna? De que adianta eu aqui versando palavras do que nem sei sentir... e nem sei sentir, só doer.
Falta romantismo em minha vida. Falta romantismo na própria vida. Aliás, acho que isso já nem existe mais...


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