Persuasão.
Persuasão.
Quando não sabemos exatamente a convicção de nossos desejos mais fortes, incumbimos aos outros a essência de nosso impulso.
Existe algo muito importante. Quando alguém te quer sempre ao lado não medirá esforços para que sua presença seja cumprida. E não se calará diante uma resposta negativa mediante qualquer circunstância.
Acho que o mais legal é notar o quanto pessoas que você mal conhece necessitam e externam essa necessidade de sua presença. Sem medir esforços e conseqüências. E quando se faz ausente reclamam exacerbadamente.
Ao contrario de quando em quem mais se acredita desdenha nosso afeto e compreensão de muito e muito tempo. Mais uma vez na reflexão mudança. O que nos torna incompatíveis. A evolução e o regresso. Os conceitos. As percepções.
E sempre digo, se nada te basta corra para o que te satisfaz. Acho que está na hora de esquecer sobre respeito, amizade e bons costumes. Quando quem você mais valorizava esquece destes com você, creio que já se atribui relutância ao seguir estes conceitos novamente. Um pensamento egoísta, sei bem. Mas se o que me satisfaz já não se preserva mais em um grupo que peno para atribuir compatibilidade até mesmo entre seus sócios mais perseverantes, por que raios deveria eu me sacrificar em explicações inexistentes e em tentativas falhas de uma nova emergência de compatibilidade?
Busco o que me complete, aquilo que falta e que me agrega essência. Se respiro fundo e algo me espeta profundamente, não estou bem, não estou em casa dentre de supostos amigos. Busco por emoções verdadeiras. Ainda que elas só existam e sejam sentidas por mim, são a satisfação. E o momento e a preservação da amplitude. Se todos os meus momentos forem preenchidos e repletos, esse é o caminho. Já não me importo mais em desagregar pedaços e seguir por outros caminhos. O que me faz suspirar e sorrir ao chegar em casa, é o que me faz bem.
E já penso encontrar novos trilhos que rumam ao caminho de satisfação.


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