Um novo começo. Novos receios e milhares de medos se multiplicam! Não se sana um problema quando se chega a um novo estágio.
Hipóteses e somas duvidosas. Ainda mais medo do que outrora quando o destino falido era inevitável. Chega a ser irônico e ridículo. Mas a verdade não é clara assim tão cedo. Espera-se pelo tempo, que sane meus receios. Mas esse tempo não curaria minhas duvidas, que se reproduzem inevitavelmente e velozmente.
Sigo, sigo em frente. Alguns passos para trás de vez em quando. E se não sentir mais a companhia que supostamente me permeia, me faltaria o chão. E de tudo me desprenderia. De tudo me soltaria. A única coisa que não quero carregar comigo são traços de arrependimento, já experimentados antes, e que ainda me deixam com gosto amargo ao serem lembrados. Algo que reparo é como a vida é curta, e como o tempo passa. Quase nos atropela, imputando a nós coisas que nem percebemos deixar no ar. O tempo passa veloz e já não sei mais minhas preferenciais. Se a vida é feita de escolhas, quero acertar, para não perder tempo, e para que este não me devolva com amargura resquícios do que poderia ter sido e dos erros passados. Tudo deve ter uma tentativa. Mas não se insiste muito tempo no que não se parece certeiro.
Leve, solta. Presa e atada.


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