a fortiori
Thursday, June 07, 2012
i want flowers!
i want flowers that can take me high
high away from here.
take me dreamin' huny
take dreaming...
...let me fly away..
there's no today,
right?
don't even try
Everyday in a crowd, in a street, in a loud see the hand, you taking over
Like a thing on a brim, like a frozen frame of ... you keep thinking it's over
Nothing goes away, nothing fades, nothing ever seems to happend to you
I know your friends back home keep making love making love
'Cause if there's nothing easier or better to do
You never sing the love songs, no a(PPO*)logies, no serenades,
No longer buys, everyone hates, don't ever try
You never sing the sad songs, no melodies, no lullabies,
sweet harmonies, no warm belives, don't even try
You want to know like I'm tell, something fell apart in above of your head
What kind of girl will quietly carried around, a better burned her like that
You should up step a side carry on way to many to many friends on come on
People say it's ok it's ok but that's the lie, so what the hell do they know
You never sing the love songs, no alogies, no serenades,
No longer buys, everyone hates, don't ever try
You never sing the sad songs, no melodies, no lullabies,
Sweet harmonies, no warm belives, don't even try
Like a thing on a brim, like a frozen frame of ... you keep thinking it's over
Nothing goes away, nothing fades, nothing ever seems to happend to you
I know your friends back home keep making love making love
'Cause if there's nothing easier or better to do
You never sing the love songs, no a(PPO*)logies, no serenades,
No longer buys, everyone hates, don't ever try
You never sing the sad songs, no melodies, no lullabies,
sweet harmonies, no warm belives, don't even try
You want to know like I'm tell, something fell apart in above of your head
What kind of girl will quietly carried around, a better burned her like that
You should up step a side carry on way to many to many friends on come on
People say it's ok it's ok but that's the lie, so what the hell do they know
You never sing the love songs, no alogies, no serenades,
No longer buys, everyone hates, don't ever try
You never sing the sad songs, no melodies, no lullabies,
Sweet harmonies, no warm belives, don't even try
desca.
Desconfigurando fotografias
Dissolvendo na poeira.
Saia do meu sofá.
Já não deveria haver espaço pra você.
Desca do pesdestal, que nunca quis estar
Se a lembrança te enaltece
Desce...
Preciso de você no chão.
Preciso varrer estas memórias.
Que nada mais acrescentan
Se não.... me impedem de avançar... para onde quer que eu
vá.
Wednesday, August 12, 2009
o retorno que cala
que cega
já não lhe ouço
pq me parece que não tem nada a dizer
um vazio profundo
que chama por preenchimento
de que?
Não sabe de que consistem seus pensamentos
Seus movimentos...
O tempo. É o tempo
A cura
Leva para longe
Encontra e separa.
Só o tempo dirá
Só ele funciona
Enquanto ele não vem me buscar
Sigo...
“only dead fishes swim with the current”.
Wednesday, November 26, 2008
te incomodaria ser menos do que gostaria de ser?
esconde-se em meias palavras
não alcança a solidão quando faz questão de puxar-me pelo medo intrigante
O que te assusta meu bem?
pise em falso. receie.
a simplicidade e direção dos meus atos
buscam confronto na fuga atônita das suas palavras
cegas, cambaleiam no percurso da fuga
perde o sentido não saber porque se está a resistir
perde o motivo
perde o susto
a emoção
afinal, todo esse tédio é o que te basta?
acordar e fingir paciencia
os dias que passam rasgando a memoria
nao aguento mais lembrar...
nao suporto mais pensar que estou a dias de distância
do unico que consegue
me fazer sentir...
tudo.
seria apenas mais um apoio
um tipo de conforto para os dias frios
ombro amigo de descanso
bobagem para o lazer inútil das cobertas
ócio do meu tempo
uma bengala para a saudade
um escopo de liberdade
que de tanta, peco por sentir tão pouco
embebedar-se na maciez da pele
que anseia por labios quentes
os mesmos que assopram para longe
as tormentas da mente
distraia minhas preocupações
distraia meu pensamento
meu corpo
meu tempo
deleite de prazer
que faz passar mais depressa
o que não sinto usufruir
seria simples
se deixasse apenas ser.
o momento foi posto
e o tempo nao costuma voltar.
Saturday, October 18, 2008
Espaços vazios
entre meus lençóis
Por que sinter-se só
Quando rodeada?
Por que não vem ao meu encontro?
Teria mais prazer a fantasia que a presença?
Nao percebes que não desejo
O que não podes dar?
Afinal, o que me daria, o que poderá dar,
Sempre será pouco.
A presença momentanea é o que me basta.
nminha mente rumo ao nada
Anestesia para não sentir
A culpa que me preenche
É o nada que me oferece
Que me entende
(quando entende)
Que o que preciso
é simplesmente
Algo que nao se possa ter
Descartável. O que seria. Se o fosse. E será.
Sunday, July 20, 2008
Perguntas. Oh perguntas! Calem-se por um momento. Deixem-me respirar em paz.Em paz. Volte. Volte pra cama, meu bem. Ainda nem amanheceu.
Você faz surgir meu sorriso mais tolo
Meu olhar mais doce
Contemplando o nada
Que de horizonte não tem
Você satisfaz o que eu nem preciso
Transforma-se em meu abrigo
Companhia e bem estar
Por pouco tempo
Muito tempo
Não me importa
A sensação de estarmos juntos é sempre a mesma
E te juro
Parece sempre eterna
Ainda q não queira,
Percebo que já estou me desfazendo
Quem é para mim
O que sou para você
Já estou nos vendo no passado
Já estou recordando as lembranças
Pondo a posto nossas recordações
Será que está ficando tudo para trás?
Tudo a perder?
Te perder?
Se na distancia aprendo a te deixar partir
Posso sufocar o que sinto para não ter que sofrer
E com isso não ver o q me faz falta
A escolha do caminho mais fácil
Simplesmente por ser o mais apático
Por ser você
Impossível de esquecer
Se não resolver como
Jamais vou solucionar esse jogo
Sempre faltará uma peça
no meu quebra cabeças eterno de você
me cansa de tentar a memória
e tornar a vista
algo que sinto com tanta certeza
mas que não consigo enxergar...
Monday, May 12, 2008
as pessoas que vou deixar
as que vão entrar
divago entre os raios de sol
uma gota sobre minha xícara de chá
interrompe o pensamento como se eu já soubesse
que tudo isso está em seu devido lugar
e a hora vai chegar
já vai chegar
Tuesday, October 16, 2007
A ESPERA
Medo de escolher errado
Medo de percorrer tortuosamente o que já era certo
Medo dos caminhos da vida
E do longo traço que a encerra
De partir laços
Romper estouros
Alargar o vazio
Preencher o cheio...
Medo de estar com o errado no momento que convém
Ou de estar com a pessoa certa, na hora mais errada,
Quando não estou preparada e não sei o que fazer
Medo que afoga por crer ser tão certo
Mesmo medo que desatina em dúvida que corrói
Me consome
E me põe a correr
A fuga que desejo emana da pele
Não encarar os rostos
Não encarar a vida, não discutir meus anseios
Não ponderar decisões e jogar tudo ao vento
Na espera que este se encarregue de me guiar
E encontrar novos caminhos que não definam rumo algum
Enquanto não estou preparada para me tornar alguma coisa.
